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MPT e Abrea, defendida por Alino & Roberto e Advogados, ajuizaram ações civis públicas pedindo indenizações por danos causados ao meio ambiente e aos trabalhadores vítimas da exposição ao amianto.
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CAIXA POSTAL
Cartas obtidas pelo MPT (Ministério Público do Trabalho) mostram que a Eternit ofereceu festas, churrascos e cestas de Natal antes de propor acordos extrajudiciais a ex-funcionários contaminados por pó de amianto. A fabricante de telhas e caixas dágua, diz o órgão, "cortejou" antigos empregados.
CAIXA POSTAL 2
Entre uma festividade e outra, a multinacional, segundo o MPT, propunha indenizações de até R$ 10 mil, e também pedia que o ex-trabalhador se comprometesse a não recorrer à Justiça. O MPT pede indenização deR$ 1 bilhão por dano moral coletivo. A Eternit diz que a Justiça já entendeu, em outros processos, que a fábrica "observava as regras aplicáveis ao uso do amianto".
Fonte: Folha de S. Paulo (Coluna da Mônica Bergamo)
Retirado do site do Escritório A&R - Assessoria Jurídica da ABEA
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